Auxílio emergencial será ampliado para mais pessoas afirma presidente

O auxílio emergencial poderá ser estendido por mais meses e para um grupo maior de pessoas. Continue a leitura para mais informações sobre o benefício.

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Auxílio emergencial

Praticamente todos os trabalhadores autônomos, MEIs e profissionais liberais já receberam a primeira parcela do auxílio emergencial.

No entanto, o texto sofreu algumas modificações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, ampliando assim o benefício para mais pessoas.

Contudo, para que essa ampliação realmente se efetivasse estava faltando uma sanção da presidência da república, que afirmou em nota que o benefício será ampliado para mais pessoas que realmente precisam.

Bolsonaro irá ampliar o auxílio emergencial

Dentre as pessoas que serão beneficiadas com o auxílio emergencial estão as mães adolescentes menores de idade que ficaram de fora até o momento.

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Ademais, os pais chefes de família monoparentais também terão direito de receber o benefício em dobro, pois até então foi aprovado para eles apenas o valor de R$ 600,00 por parcela.

Já para as mães que são chefes de família já havia sido aprovado o valor referente a duas cotas do benefício. Ou seja, ao invés de receber R$ 600 por mês, elas recebem R$ 1.200, o que agora será estendido também para os pais chefes de família.

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O parecer favorável veio através do ministro da Cidadania Onyx Lorenzoni, em nota à Comissão Mista do Congresso Nacional que é destinada a acompanhar as medidas de enfrentamento à pandemia de coronavírus.

De acordo como o próprio ministro, a expectativa é que o Presidente da República, sancione a proposta aprovada pelo Congresso sem nenhum veto e o que é mais importante: o mais rápido possível.

Um outro ponto levantado pelo ministro é que o auxílio emergencial poderá ser estendido por mais meses. No entanto, essa previsão é apenas especulativa, visto que até o momento a previsão é que ele acabe em junho.


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Filas para receber o auxílio emergencial também preocupam os parlamentares

O ministro da Cidadania também foi questionado sobre as imensas filas que se formaram para receber a primeira parcela do auxílio emergencial.

Afinal, como estamos em isolamento social justamente para minimizar o contágio causado pela doença, essas filas acabam indo na contramão do que é proposto até mesmo pelo Ministério da Saúde.

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Com relação à isso, Onyx afirmou que as filas foram residuais, e que neste primeiro momento faltava informações sobre os beneficiários. Para se ter uma ideia, cerca de ⅓ dos solicitantes não possui conta bancária.

Agora com o banco de dados, ficará mais fácil para controlar as filas para o recebimento das próximas parcelas por meio de um calendário mais organizado.

Além disso, uma nova parceria com os correios ajudará a diminuir as aglomerações na Caixa Econômica Federal. Tudo isso irá colaborar para minimizar as aglomerações que também preocupam o governo.

Projeções sobre os invisíveis também estavam erradas

Uma outra questão que foi levantada pelo ministro foi que as projeções para saber quantos brasileiros teriam direito ao auxílio emergencial estavam erradas.

Os estudos feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontavam para algo em torno de 8 milhões de invisíveis espalhados pelo país.

Contudo, foram encontrados aproximadamente 21 milhões de invisíveis, um valor muito maior do que era imaginado. Por isso foi necessário buscar a suplementação orçamentária para poder complementar a primeira parcela.

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Isso também colaborou para que nos últimos dias do mês de abril a fila para receber o benefício se intensificasse nas agências da Caixa, algo que estará mais organizado no pagamento das próximas parcelas.

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