Pix: As transferência serão mesmo gratuitas ou não?



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Uma das plataformas mais aguardadas no ano é sem dúvida a Pix do Banco Central. Mas afinal, as transferências serão mesmo gratuitas?

De acordo com o Banco Central (BC) em nota divulgada nesta semana haverá uma pequena taxa que será cobrada das instituições financeiras parceiras da nova modalidade.

Segundo o comunicado, os bancos, fintechs e instituições financeiras terão que pagar R$ 0,01 a cada dez transações de transferências.

Desse modo, é possível ver que o valor cobrado dessas instituições é bem pequeno, e por isso as transferências deverão ter um valor muito baixo se forem cobradas.



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Mas, afinal o cliente irá pagar pelas transações no Pix?

Se por um lado o Banco Central irá cobrar R$ 0,01 a cada dez transações das instituições financeiras, por outro elas estão livres para cobrar de seus clientes.



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Isso quer dizer que apesar delas pagarem uma quantia ínfima para o governo, poderão decidir a margem que irão colocar sobre o serviço.

Desse modo, elas podem cobrar um valor maior, somente repassar o valor cobrado, ou então arcar com o custo da transferência e oferecê-las gratuitamente aos consumidores.

Apesar do impasse, é possível que as instituições não irão cobrar valores absurdos dos clientes. Até porque devido a concorrência crescente dos bancos digitais, quem assim o fizer irá perder muitos clientes certamente.


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Custo será pelo lote de transferências no Pix

O custo de R$ 0,01 que será cobrado de cada dez transferências não irá levar em consideração o valor da transferência. Apenas a quantidade.

Ou seja, independentemente se as dez transferências movimentarem R$ 1 milhão ou R$ 500, elas continuarão custando os mesmos R$ 0,01.

Dessa forma, o custo cobrado pelo banco também não deverá ser proporcional ao volume transacionado. Visto que o governo não irá cobrar sobre o montante da transação.



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Alguns analistas acreditam que a tendência é que grande parte das instituições irão subsidiar o custo das transferências. Isso quer dizer que essas instituições irão oferecer transferências gratuitas e ilimitadas aos consumidores.

Para se ter uma ideia, hoje uma transferência de TED ou DOC já possui um custo de envio para os bancos. E mesmo assim, muitos bancos digitais subsidiam essa operação para os seus correntistas.

Como será esse novo sistema do Banco Central?

O PIX, que é o novo sistema de pagamentos do Banco Central estava previsto para ser lançado em novembro deste ano, mas deverá ser antecipado para o dia 05 de outubro.

O principal objetivo dessa ferramenta é facilitar a vida dos consumidores no que diz respeito à transferências bancárias, tornando-as mais rápidas e intuitivas.

Dessa forma, o BC pretende diminuir a quantidade de papel-moeda que circula na economia, estimulando o uso de mecanismos digitais.



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Os bancos digitais, já estavam começando a avançar nesse sentido. Mas agora com um sistema integrado, o avanço deverá acontecer mais rapidamente.

Como vai funcionar o PIX?

O Pix será um sistema de pagamentos onde será possível enviar e receber dinheiro em questão de segundos. Ele funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Dessa forma, as transações que são feitas mesmo no final de semana poderão ser completadas fora do horário comercial do banco, de maneira bem mais rápida, barata e segura.

Isso será possível porque as transferências irão acontecer diretamente da conta do usuário pagador para a conta de quem vai receber o valor, sem intermediários.

Essa rapidez somente será possível por conta da simplificação nas informações, que tornam o sistema mais conveniente.



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Hoje em dia, quando um usuário quer transferir dinheiro para outros bancos, precisa passar várias informações para quem irá receber o valor. Agora, tudo será muito mais rápido e ágil.

E você, o que espera do Pix? Deixe o seu comentário, sua sugestão e compartilhe esta notícia com seus amigos nas redes sociais.