Auxílio emergencial: 18 estados querem a volta do benefício!

Será que o auxílio emergencial irá voltar? Uma carta com pedido de retorno do benefício foi enviada ao Congresso Nacional por dezoito estados brasileiros. Leia mais informações a seguir.



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Auxílio emergencial

Auxílio emergencial

O auxílio emergencial acabou em dezembro, no entanto, por conta da extensão da pandemia, 18 estados brasileiros querem a sua prorrogação.

Na sexta-feira (22), foi enviada para o Congresso Nacional uma carta com o pedido de prorrogação assinado por secretários da Fazenda de 18 estados.

Nela eles reivindicam a prorrogação do auxílio emergencial incluindo um pedido de prorrogação do estado de calamidade pública por mais seis meses.

Ao decretar estado de calamidade pública, o governo consegue aumentar os seus gastos encaixando benefícios como o auxílio emergencial no orçamento.



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Quando acabou o estado de calamidade pública e o auxílio emergencial?

O estado de calamidade pública foi decretado no ano passado e terminou no dia 31 de dezembro. Graças a ele, diversos benefícios foram concedidos às pessoas e empresas.



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No entanto, estamos vivendo momentos difíceis por conta da pandemia. Hospitais continuam lotados, e alguns estados estão obrigando o fechamento do comércio.

Sem contrapartida do governo, esses empresários estão fazendo o possível e impossível para a retomada de seus negócios. Como consequência, uma verdadeira batalha começou a ser travada no Brasil.

Por isso a prorrogação do estado de calamidade pública se faz tão necessário nesse momento que o Brasil está passando.

O que muda se o governo decretar estado de calamidade pública?

Ao decretar o estado de calamidade pública, o governo consegue ampliar os gastos públicos sem romper o teto de gastos e cometer crime de responsabilidade.

No entanto, se por um lado isso ajuda a salvar a economia em tempos difíceis, por outro, agrava a situação fiscal do país.



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Só para ter uma ideia, no ano passado foram gastos com a pandemia cerca de R$ 600 bilhões. De certa forma, isso colaborou para o aumento do déficit público.

Ou seja, o governo precisa emitir mais papéis da dívida pública para financiar os seus gastos, o que consequentemente traz mais desconfiança para o país.


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A prorrogação do auxílio emergencial será boa ou ruim?

Por um lado, a prorrogação do auxílio emergencial ajudará a evitar que 3,5 milhões de famílias voltem para a extrema miséria.

Mas, por outro lado, caso isso aconteça, ao final da pandemia teremos um ajuste fiscal mais rigoroso que poderá trazer ainda mais recessão ao Brasil.



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Por isso, na carta enviada ao congresso, os secretários lamentam que diferente do esperado a pandemia não chegou ao seu final.

No entanto, eles argumentam que o calendário nacional de vacinação ainda não está definido no país, e os dados de evolução de mortes e taxa de contágio continuam em níveis preocupantes.

O que fazer diante de uma situação como essa?

Para resolver o problema, o governo precisa pensar numa maneira de ajudar as famílias mais necessitadas nesse difícil momento.

Além disso, assim como pedem os secretários, é necessário a prorrogação do estado de calamidade pública por mais seis meses até que um calendário de vacinação seja divulgado.

A situação das contas públicas não é favorável, mas estamos diante de um cenário de guerra, com pessoas morrendo nas filas de hospitais.



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Sem aumentar o investimento no setor de saúde há uma grande possibilidade da situação se agravar ainda mais, aumentando o desemprego e a recessão.

Até porque, essas famílias não possuem acesso ao crédito disponibilizado por bancos como o Santander, por exemplo, e já estão em estado de extrema pobreza.

Portanto, cabe ao governo olhar para a situação como um todo, procurando assim uma maneira de amenizar a dor de quem está sofrendo.

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