Banco Inter, fintech brasileira, se muda para a Nasdaq. Entenda!

Para tentar atrair mais investimentos e se consolidar como uma das maiores fintechs do planeta, o Banco Inter deverá deixar a Bolsa de Valores do Brasil se mudando para a Nasdaq.

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Banco Inter

Banco Inter Nasdaq

O Nubank está prestes a abrir o seu IPO, e para isso escolheu ser listado na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). A decisão é justamente para tentar atrair mais capital para a fintech que está crescendo a passos largos.

Na mesma direção está indo o Banco Inter que deverá se mudar para a Nasdaq. Na quinta-feira (25) a instituição informou que os acionistas da fintech aprovaram a transferência. 

Vale destacar que a instituição financeira já havia obtido autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para essa mudança. A justificativa é conseguir ter mais acesso aos mercados de capitais globais.

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Acesso a mais investimentos

Com a decisão de se mudar para a Nasdaq, o Banco Inter pretende conseguir ter uma base de investidores maior e mais diversa. Por conta da mudança, o Inter terá como fazer operações de aumento de capital.

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Além disso, será possível garantir a manutenção do controle atual. Ou seja, o empresário Rubens Menin e os seus familiares poderão manter o controle do Inter por meio de ações de Classe B que possuem mais poder de voto.

Para quem já possui ações do Banco Inter adquiridas na B3, há duas possibilidades: sacar as suas participações, ou receber BDRs, que poderão ser convertidos em ações Classe A, negociadas na Nasdaq.

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Para quem optar por resgatar o valor, o Inter pagará R$ 45,84 por unit, ou três ações preferenciais. Esse é um preço superior ao registrado nos últimos dias quando a ação chegou a valer R$ 32,99.


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Listagem deverá acontecer no mês de dezembro

Para quem não decidiu pelo direito de resgate, basta aguardar agora a listagem definitiva do Banco Inter na Nasdaq que está programada para o dia 28 de dezembro. Essa estimativa considera o cumprimento dos prazos legais.

Segundo o Banco Inter, essa mudança para Nova York tornará mais conhecida a sua operação, além de ser mais comparável a outras instituições financeiras e plataformas de e-commerce mundiais.

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O Banco destaca que, no decorrer do tempo, o seu modelo de negócio evoluiu para um ecossistema com cinco “avenidas” que são: crédito, day-to-day banking, shopping, seguros e investimentos.

Pontos positivos para fazer a mudança

O Banco Inter destaca que a mudança trará diversos pontos positivos. Dentre elas está a abertura de novos negócios e acesso a oportunidades, apoiando a aceleração de planos de expansão global do grupo.

Sendo assim, será possível aumentar a base de clientes, serviços e a oferta de produtos. Ademais, também haverá mais potencial de diversificação e expansão da base de investidores, bem como será possível ter um aumento de liquidez, tornando-a mais atrativa.

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A mudança também trará mais acesso ao mercado de capitais mundial, e o resultado será a ampliação da capacidade de investimento e crescimento da instituição em todas as suas linhas de negócio.

Isso sem contar que a mudança permitirá um reposicionamento do Inter, permitindo a participação em futuras oportunidades globais de mercado, com aquisição de ativos estratégicos, combinação e consolidação de negócios.

Migração em massa para os Estados Unidos

Fora o Banco Inter, outras empresas brasileiras já estão se preparando para negociar seus papéis nos Estados Unidos. Dentre elas estão as brasileiras Natura, Locaweb e Americanas.

As empresas esperam com a migração conseguir ter mais estabilidade, além de menor exposição ao risco Brasil. Outro fator é a procura por facilidade no acesso a novos investidores para o financiamento de objetivos de internacionalização.

Até porque, atualmente a imagem do Brasil não é positiva, e os investidores internacionais estão deixando de comprar ações de empresas brasileiras por causa das fragilidades do sistema societário local.

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