Coronavírus: bancos irão comprar 5 milhões de testes. Saiba mais!



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O coronavírus já tornou-se realidade na vida dos brasileiros. Pensando no bem estar de todos, Bradesco, Itaú e Santander vão importar e doar 5 milhões de testes rápidos para detecção da Covid-19.

A decisão irá ajudar no combate à pandemia. Pois, quanto antes um paciente descobrir que está com o vírus, mais fácil é o seu tratamento sem precisar do sistema de saúde. Esse é o caminho que muitos países estão seguindo.

Além dos testes, também serão doados equipamentos médicos como tomógrafos e respiradores, procurando, no entanto, seguir sempre as orientações do Ministério da Saúde bem como a disponibilidade no mercado.

Os testes ajudarão no combate ao coronavírus

De acordo com o Santander, um dos bancos engajados no combate ao coronavírus, essa doação objetiva apoiar todo o esforço dos profissionais da saúde em um momento que estão precisando se desdobrar contra a disseminação do novo coronavírus.



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Afinal, de acordo com diversos especialistas na área, a testagem em massa de grande parcela da população com suspeita de contágio é um importante instrumento para combater a crise contra o vírus.

Assim como os testes, os tomógrafos que também serão doados permitem identificar a gravidade dos casos. Os respiradores por sua vez ajudam a salvar vidas dos doentes com complicações pulmonares.

A decisão para iniciar essa ação conjunta foi tomada na quarta-feira (25) pelos presidentes dos três bancos – Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco, Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil e Candido Bracher presidente do Itaú.



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Ambos se reuniram para debater sobre a melhor forma de contribuição para mitigar os efeitos da pandemia que está assolando o mundo. A notícia é recebida com entusiasmo pelo governo e pela população.


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Os debates sobre a quarentena total e vertical

Na última terça-feira, o presidente da república Jair Bolsonaro deu uma declaração polêmica na TV, defendendo que a quarentena precisa ser vertical. Ou seja, somente pessoas do grupo de risco deverão fazê-la.

O discurso gerou bastante polêmica e abriu debate entre especialistas e sociedade civil. A OMS recomenda que a quarentena deve ser total para achatar a curva do crescimento do vírus e não sobrecarregar o sistema de saúde.

Contudo, mesmo dentro da área médica há divisão de opiniões. Economistas e empresários defendem que a quarentena da maneira que está sendo feita no Brasil poderá gerar um colapso econômico sem precedentes.

Embora as opiniões sejam divididas, é preciso neste momento, acima de tudo, procurar seguir o exemplo de países que conseguiram conter o avanço do vírus. Como a Coreia do Sul por exemplo.

Mas, o que foi feito na Coréia do Sul para conter o avanço do coronavírus?

Uma das principais decisões do governo coreano foi, além da imposição da quarentena, produzir testes em massa para a população.



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Dessa forma, começaram a ser separados as pessoas do grupo de risco. Além de isolar rapidamente as pessoas que estavam testando positivo. Com tal decisão, a economia pode voltar a girar mesmo que parcialmente.

Ainda há receio, mesmo das autoridades do país, de que a pandemia possa voltar. Afinal, por se tratar de um vírus novo e desconhecido há pouco estudo ainda sobre quais são os métodos mais eficazes para o seu combate.

No entanto, tomando a Coreia por exemplo, o Brasil está procurando aprender com os erros e acertos dos outros países. Por ter sido um dos últimos a apresentar os primeiros casos, temos essa vantagem.

Foi justamente por isso que os três grandes bancos do país decidiram que a melhor maneira de ajudar no combate ao coronavírus era fornecendo diversos testes para a população. Isso ajudará a saúde e a economia do país.

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