Confira os reajustes em 2022 para aposentados e pensionistas do INSS

Em 2022 o reajuste do salário mínimo bem como da aposentadoria e de pensões do INSS deverá ser um dos maiores dos últimos tempos. Afinal, a inflação é uma das maiores da última década.

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Reajuste INSS

O salário mínimo é reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse é um indicador que mede a inflação para as famílias com renda entre 1 a 5 salários mínimos.

No acumulado do ano, o INPC apresentou uma alta de 9,36% de janeiro a novembro. Ou seja, diante do aumento da inflação, o reajuste no salário mínimo deverá ser um dos mais altos dos últimos tempos, embora esses ganhos não possam ser considerados reais.

Sendo assim, a previsão é de que o novo salário mínimo para 2022 seja de R$ 1.214,44. Vale  lembrar que o reajuste para os aposentados e pensionistas do INSS também seguem a mesma dinâmica.

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Qual será o valor da aposentadoria em 2022?

O valor efetivo do aumento na aposentadoria, salário mínimo e pensão do INSS só será conhecido no próximo ano, após o fechamento do índice INPC. Entretanto, diante das estimativas, o valor deverá ser próximo de R$ 1.214,44.

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Essa projeção leva em consideração o avanço no INPC até o momento, e mais uma expectativa de inflação para o mês de dezembro. Esse deverá ser, portanto, um dos maiores aumentos dos últimos tempos.

No entanto, apesar do aumento ser acima dos 10% para 2022, isso não quer dizer que os aposentados e pensionistas terão mais poder de compra. Afinal, o salário não está tendo ganho real, apenas acompanhando a inflação.

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Para tentar controlar a pressão inflacionária, o Copom (Comitê de Políticas Monetárias) vem aumentando constantemente a taxa Selic durante o ano. Acredita-se que para o ano que vem, a taxa básica da economia deverá ficar em torno de 11,75% ao ano.


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Como a taxa Selic pode conter a inflação?

Muita gente não entende a relação entre a taxa Selic e a inflação. A verdade é que ao analisar profundamente, essa não seria a forma mais correta de se combater a inflação, funcionando ela como um paliativo.

A pressão inflacionária acontece normalmente por conta do aumento na demanda que se torna maior do que a oferta. Como consequência, há um aumento no preço dos produtos. Isso considerando um mercado perfeito.

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Nesse cenário, a melhor maneira de se combater a inflação seria diminuindo a expansão monetária e os gastos públicos, para então diminuir a necessidade de empréstimo do governo e consequentemente a inflação.

Entretanto, no Brasil onde os gastos públicos possuem uma grande dificuldade de serem diminuídos, usa-se a Taxa Selic para estimular ou desestimular o consumo e tentar, dessa forma combater a inflação.

Sendo assim, ao aumentar a taxa Selic, será menos atrativo tomar um empréstimo para comprar um carro, por exemplo, e mais atrativo manter o valor que se iria pagar da parcela aplicado. Logo há um desestímulo ao consumo.

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Sendo assim, haverá menos demanda por produtos e serviços e como consequência o preço dos produtos tendem a cair, diminuindo o índice de inflação. Todavia, nem sempre é isso o que acontece.

Por que os preços não estão caindo?

Embora o Copom venha aumentando a taxa Selic para conter a inflação, o que estamos notando é que ela não está entrando nos eixos. E isso acontece justamente por conta das imperfeições do mercado.

Uma delas é relacionada ao cenário internacional. Como outros países ainda estão dando estímulos econômicos para fortalecer o consumo, há mais importação de produtos brasileiros, diminuindo a oferta interna.

Além disso, como há diversas commodities que são precificadas em dólar, elas seguem o preço do cenário externo. E com a desvalorização do real frente ao dólar se tornam mais caras no mercado interno.

Dessa forma, mesmo com o governo aumentando a taxa Selic, não é possível ver uma queda no preço dos produtos. Afinal, para isso acontecer é preciso haver um desaquecimento no consumo mundial e uma valorização da nossa moeda.

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