Coronavírus: quase um milhão de pedidos de seguro-desemprego no país



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Por conta da crise causada pela pandemia de coronavírus, no mês de maio deste ano, o Brasil chegou a quase um milhão de pedidos de seguro-desemprego.

A divulgação foi feita pelo Ministério da Economia na última terça-feira (09). Foram feitos no mês, 960.258 pedidos de seguro-desemprego, um crescimento bastante alto se comparado ao mesmo período do ano passado.

Em maio de 2019, o total de pedidos foi de 627.779, ou seja, houve um crescimento de 53% no comparativo. Esse indicador mostra que a economia brasileira vem sentindo os efeitos da crise causada pela pandemia de coronavírus.

Quase um milhão de pedidos somente no mês de maio

As medidas de isolamento social para evitar um contágio ainda maior das pessoas, começou a ser implementado no Brasil na segunda quinzena de março.



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Desde então, cerca de 1.944.125 pessoas fizeram a solicitação do seguro-desemprego. Ao comparar o mesmo período deste ano com o ano passado, o crescimento foi de aproximadamente 26%.



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Desse modo, entre os meses de março e maio de 2019, 1.541.517 pessoas entraram com o pedido do seguro-desemprego. 

Os estados que lideraram o número de pedidos foram São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esses também são considerados os estados mais populosos do Brasil.

Em São Paulo, no mês de maio foram feitos 281.360 pedidos enquanto que em Minas Gerais, 103.329 pessoas solicitaram o benefício e no Rio de Janeiro o número de pedidos foi de 82.584.

Considerando os pedidos desde o começo do ano, houve um aumento de 12% na comparação com 2019. No ano passado, foram feitos 2.933.894 pedidos de janeiro a maio, enquanto que neste ano o número de pedidos foi de 3.297.396.


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Desemprego em alta também no mundo por conta do coronavírus

O desemprego não atinge somente o Brasil em cheio, mas também o resto do mundo. Para se ter uma ideia, em 3 meses, foram feitos um total de 42,6 milhões de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos.

Essa é uma marca histórica naquele país. De acordo com o Departamento de Trabalho, somente na última semana de maio, 1,877 milhão de pessoas entraram com o pedido de seguro-desemprego.



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No entanto, apesar dos números alarmantes, a última semana do mês já mostrou uma desaceleração quando comparada às semanas anteriores.

Uma semana antes, foram feitos, 2,12 milhões de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos. O recorde aconteceu na primeira semana de abril, onde houve 6,6 milhões de pedidos.

O aumento do desemprego foi bastante acelerado durante a pandemia de coronavírus. Isso aconteceu justamente pelas políticas de isolamento social adotadas por praticamente todos os países do mundo.

Com isso, diversos setores da economia acabaram sendo afetados, o que colaborou para o aumento rápido do desemprego.

Perspectivas econômicas pós pandemia de coronavírus

Ao que tudo indica, a recessão econômica deverá ser mundial neste ano de 2020. No Brasil projeta-se uma queda aproximada de 6% do PIB. Com isso, a Taxa Selic deverá virar o ano em aproximadamente 2,25%.



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O IPCA, principal indicador da inflação no país, deverá ficar próximo de 1,75% no ano, bem abaixo das metas traçadas pelo Banco Central. 

Contudo, devido ao câmbio desvalorizado, o Brasil poderá sair da crise mais rapidamente do que outros países, afinal, tornou-se mais barato e consequentemente mais atrativo investir no país.

Portanto, embora 2020 deverá ser um ano a ser esquecido, tudo indica que 2021, teremos um crescimento de aproximadamente 3,5% do PIB.

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