Creditas pretende buscar valuation de US$ 10 bi em IPO. Entenda!

A Creditas está pronta para lançar em breve o seu IPO na bolsa de valores norte-americana. O objetivo da instituição é conseguir alcançar um valuation de estreia de US$ 7 bilhões a US$ 10 bilhões.

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Creditas

A fintech Creditas está próxima de fechar uma rodada privada pré-IPO. Inclusive ela já começou a engatar o processo para sua listagem na bolsa americana. A intenção é atingir um valuation de estreia de US$ 7 bilhões a US$ 10 bilhões.

Segundo estimativas da própria empresa, a oferta poderá ocorrer no fim do segundo trimestre. No entanto, o cenário mais provável é que a listagem aconteça somente no segundo semestre deste ano.

Depois do Nubank, essa deverá ser a maior oferta inicial de uma empresa brasileira no ano. Principalmente diante da economia fraca e das eleições. Quer saber mais sobre o IPO da Creditas? Então vem com a gente.

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O maior IPO de 2022

De acordo com alguns analistas, o IPO da Creditas deverá ser o mais disputado do momento, perdendo apenas para o Nubank. Por isso, esse deve ser o maior IPO de 2022, uma vez que o Brasil vem enfrentando dificuldades para sair da crise.

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Ou seja, com a economia fraca, poucas empresas deverão apresentar os mesmos resultados. Só para ter uma ideia, na faixa mais alta, a expectativa de preço embute um múltiplo EV/receita projetada para 2023 de 12 vezes.

Ainda não foi batido o martelo sobre o volume de captação. Isso deverá ser feito pela Creditas nos próximos dias, mas deverá ser algo entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. Ou seja, a empresa deverá buscar um valuation de US$ 10 bilhões.

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Sucesso do negócio da Creditas

Um dos motivos para o sucesso do negócio da Creditas é a forma como é feita a concessão de crédito. Afinal, a empresa usa a garantia de imóvel ou veículo. Além disso, também é oferecido um crédito consignado.

Só para ter uma ideia, a criação da companhia é muito parecida com o que moveu o Nubank: um estrangeiro insatisfeito com as altas taxas de juros do país, e restrição de acesso ao crédito.  Por meio deste incômodo, surgiu a empresa.

Sérgio Furio, foi quem criou o BankFacil que depois foi rebatizado de Creditas, um ano antes da fundação da startup que optou pelo cartão de crédito. Hoje a Creditas tem na sua base acionária fundos como Softbank, Kaszek, QED e Amadeus.

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Vale destacar que o ritmo de crescimento da empresa está sendo intenso, fazendo com que ela aproveite a liquidez dos fundos. Só para ilustrar, na última rodada de negócios que aconteceu em dezembro, foi levantado US$ 225 milhões.

Creditas ainda opera em prejuízo

Apesar do seu crescimento chamar a atenção dos investidores, a Creditas ainda opera em prejuízo. Os dados são  do seu balanço mais recente que foi divulgado em outubro do ano passado e refere-se ao terceiro trimestre de 2021.

Só para ter uma ideia, nos nove primeiros meses do ano passado a carteira somou R$ 2,92 bilhões, com R$ 1,97 bilhão de nova originação e R$ 551,4 milhões em receita. Esses valores mais do que dobraram os números de todas as linhas na comparação com o mesmo período de 2020.

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No entanto, o prejuízo líquido dobrou na comparação anual. Nos nove primeiros meses de 2021 ele foi de R$ 215,8 milhões, ante uma perda de R$ 135,2 milhões no ano anterior. Todavia, o prejuízo pode ser justificado pelo aumento de investimentos.

É preciso lembrar que o próprio Nubank operou muito tempo no prejuízo, e somente no ano de 2021 começou a reverter o cenário. Sendo assim, a Creditas parece estar seguindo os mesmos passos, inclusive no sucesso do seu IPO.

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