Crescimento imobiliário durante a pandemia? Saiba como está o setor!

O setor imobiliário anda na contramão do recesso econômico acelerado pela pandemia. O crescimento imobiliário surpreendeu até especialistas.

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Crescimento imobiliário durante a pandemia

Crescimento imobiliário durante a pandemia

Nos últimos meses houve um crescimento imobiliário mesmo durante a pandemia de coronavírus. O setor anda na contramão do recesso econômico.

Em 2020 passamos a viver um momento atípico. Com a chegada do novo coronavírus diversos segmentos da economia foram duramente atingidos.

Setores como bares e restaurantes e principalmente o turismo apresentaram uma queda vertiginosa nos últimos seis meses.

Já o setor imobiliário está andando na contramão dessa tendência ruim.

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Logo no início da pandemia, houve uma preocupação dentro do setor. No entanto, o crescimento imobiliário surpreendeu até especialistas.

Como foi o crescimento imobiliário durante a pandemia?

Segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o financiamento para compra e construção de imóveis aumentou 6%.

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No entanto, o crescimento não deve parar por aí. A expectativa é que este número cresça ainda mais nos próximos meses.

Arlene Gomes, mentora e consultora imobiliária, ressalta que há diversos motivos que contribuíram para esse crescimento.

“O incentivo do governo permitiu baixas taxas de financiamento e foi um dos pilares para esse percentual” destaca Arlene.

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Para ela, um outro motivo foi que a construção civil e as imobiliárias foram consideradas serviços semi-essenciais durante a pandemia. 

Além disso, muitas pessoas passaram a repensar o conceito de morar. Ficando mais tempo em casa, elas passaram a buscar imóveis maiores.

Qual foi o motivo do crescimento imobiliário?

De acordo com a especialista, o acesso maior à internet assim como as mudanças no mercado de investimentos colaboraram para o crescimento.

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“As pessoas estão com mais tempo online e disponíveis para pesquisar um imóvel. Os demais meios de investimento também oscilaram muito, e o imóvel se mostrou ser algo mais seguro, devido a alta do dólar e redução da taxa Selic”, aponta Arlene.

Além disso, no pós-pandemia o governo possivelmente vai criar estímulos no setor de construção civil. Até porque isso será necessário para fazer a economia girar.

Desse modo, o setor como um todo deverá continuar aquecido pelo próximo ano. E este é um momento interessante para investir.


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As imobiliárias estão preparadas para o crescimento?

Arlene Gomes destaca que mesmo em alta, é necessário que as imobiliárias sigam alguns hábitos para aproveitar o momento. E também evitar um efeito contrário.

“Essa é a hora de escutar de verdade o cliente. Entender que a fase é difícil e ter olhar para auxiliar.” destaca Arlene.

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Ela também enaltece que os corretores precisam ir mais além. Eles precisam ser verdadeiros consultores de análise de crédito.

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Pois, será necessário que eles vejam como o cliente pode se organizar para comprar um imóvel. Dar todo esse suporte é fundamental, inclusive para a fidelização.

Quais ações de marketing estão sendo feitas para atrair clientes?

As imobiliárias estão apostando bastante em anúncios com vídeos. Esse é um diferencial durante o isolamento social.

Trata-se de uma forma de apresentar melhor o produto e atrair o público, mesmo ele não estando presente fisicamente.

De acordo com Arlene “se organizar, capacitar e aprimorar os conhecimentos também são pontos essenciais”.

Há uma mudança em curso na maneira como os corretores vendem imóveis. Tanto a busca quanto o contato com o cliente estão sendo feitos online.

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Portanto, o corretor precisa se mostrar como autoridade no assunto. E buscar soluções que realmente vão de encontro à realidade do cliente.

Como a perspectiva de curto prazo é de manutenção da taxa Selic, o financiamento imobiliário está mais atrativo.

Dessa forma, o valor dos juros iniciais das prestações está sendo inferior ao valor do aluguel, considerando um imóvel do mesmo porte.

Portanto, mesmo quem tem aversão de assumir dívidas está reconsiderando essa possibilidade.

Assim como a Caixa Econômica Federal, o Bradesco também possui algumas linhas de crédito atraentes nesse sentido. Vale a pena conferir.

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