Economia: mercado de trabalho apresenta dados positivos

A avaliação das tendências é feita de acordo com a expectativa dos consumidores e empresários de todo o país, e apresenta sinais de melhora. Saiba mais a seguir.



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Mercado de trabalho

economia

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostram uma pequena melhora no mercado de trabalho. No entanto, ainda é necessário cautela para afirmar que a economia está retomando.

Os resultados apresentados são do Indicador Antecedente de Emprego. Esse índice tem como finalidade prever as possibilidades no mercado de trabalho.

A avaliação das tendências é feita de acordo com a expectativa dos consumidores e empresários de todo o país.

Com a melhora nesse indicador é possível entender que o Brasil está esboçando a sua retomada.



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Entendendo os resultados e seu impacto na economia

Em uma escala de 0 a 200, o indicador da FGV estava em 74,7 pontos no mês de agosto. Isso está animando os economistas.

Até porque esse é o maior valor desde o começo da pandemia e as medidas de restrições em todo país. O valor somente é menor que o número divulgado em março que foi de 82,6 pontos.

De acordo com Rodolpho Tobler, economista da Fundação Getúlio Vargas, “o resultado de agosto mantém a trajetória positiva do indicador”.



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O especialista ressalta que isso sugere que o pior momento para o mercado de trabalho já ficou para trás. No entanto, apesar da alta, até o momento foi recuperado somente dois terços do que foi perdido na crise.

Contudo, a expectativa para os próximos meses é que esse indicador continue crescendo. Ou seja, estamos começando o processo de recuperação econômica dentro do país. No entanto os dados ainda não são consistentes.

O número de desempregados no país

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) também divulgou um outro índice: Indicador Coincidente de Desemprego (ICD). Ele mede a opinião dos consumidores sobre a atual situação do desemprego no país.

Esse indicador sofreu uma leve queda. Caindo de 97,2 em julho para 96,4 em agosto. No entanto, ele considera uma escala invertida. Isso quer dizer que a queda representa resultados timidamente positivos.

Rodolpho Tobler esclarece que o indicador de agosto mostra uma ligeira recuperação do mercado de trabalho. Contudo, o desemprego ainda está em um elevado patamar e distante do período anterior à pandemia.


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Maior procura por emprego na economia brasileira

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Covid-19) trouxe também um dado importante a ser considerado.



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Mais de um milhão de pessoas voltaram a buscar emprego na segunda semana de agosto. Esses dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o próprio IBGE, esse aumento na procura por emprego pode ser reflexo das flexibilizações do isolamento social.

Portanto, houve uma diminuição na chamada população fora da força trabalho. Isso refere-se à pessoas que não estavam nem trabalhando e nem procurando emprego.

Governo quer flexibilizar ainda mais as relações trabalhistas

O governo pretende apresentar um projeto com o objetivo de afrouxar ainda mais as regras de contratação de trabalhadores.

Desse modo, o projeto prevê que até metade dos empregados de empresas privadas possam ser pagos por hora trabalhada em vez de salário mensal.

Essa modalidade de contratação servirá de base para a proposta da carteira verde e amarela. De acordo com o governo, a intenção não é precarizar o trabalho, mas sim diminuir o desemprego.

Pois, ao criar essas medidas, as empresas irão contratar mais. Embora a renda não seja a ideal, ela é melhor do que nada. E será um recomeço para a retomada econômica.



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Até o momento nada nesse sentido ainda foi definido. Contudo, a melhora nos números, embora tímida, deixa a própria população um pouco mais otimista em relação ao futuro.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe o seu comentário, sua sugestão e compartilhe esta notícia com seus amigos nas redes sociais.