Educação financeira: investir no curto ou no longo prazo?

A queda da taxa Selic afeta todas as aplicações em renda fixa como CDB, poupança e Tesouro Direto. Saiba como a educação financeira pode melhorar seus investimentos.



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Educação financeira

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A educação financeira é fundamental para que consigamos realizar todos os nossos sonhos. Mas, é necessário muito estudo e disciplina.

Por conta da pandemia de coronavírus, a Taxa Selic caiu para o seu menor patamar na história, sendo que hoje ela está em 2,25% ao ano.

Dessa forma, todas as aplicações em renda fixa como CDB, poupança e Tesouro Direto acabam também caindo. Por isso fazer o dinheiro render ficou um pouco mais difícil neste momento.

Inclusive, se for considerada a inflação é possível que a rentabilidade oferecida sequer cubra o aumento dos preços no mesmo período.



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Essa queda fez aumentar a procura por ativos de maior risco como fundos imobiliários, fundos de ações e até mesmo ações diretas na bolsa de valores.

Mas, antes de investir em renda variável é preciso tomar alguns cuidados, principalmente se você vai precisar do dinheiro no curto ou no longo prazo.

Educação financeira: investimentos de curto prazo

Um dos conceitos mais importantes da educação financeira é a chamada reserva de emergência. Ou seja, é preciso ter um dinheiro guardado para eventuais imprevistos que podem acontecer.



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Esse caixa normalmente precisa ser de aproximadamente 6 vezes o valor do seu custo mensal. E por se tratar de uma reserva de emergência ela precisa estar disponível a qualquer momento sem que isso te traga prejuízo.

Portanto, neste caso, o valor precisa estar aplicado em algum investimento conservador como poupança, CDB ou tesouro direto. A rentabilidade será baixa, mas o risco também será quase zero.

Hoje inclusive, após a chegada dos bancos digitais, é possível deixar a reserva de emergência na própria conta corrente, rendendo 100% do DI. Essa é uma das melhores alternativas para investimentos de curto prazo.

Alongando a carteira de investimentos

Depois de conquistar a sua reserva de emergência é possível ir diversificando o seu portfólio de ativos, arriscando um pouco mais em busca de retornos mais atrativos.

Nesse caso há as opções de investimentos em ações, fundos imobiliários e multimercados que podem ser uma boa opção de investimento no médio e longo prazo.

No entanto, para investir nessas categorias é preciso um pouco mais de dedicação. Ou seja, acompanhar mais de perto o cenário econômico, avaliar a saúde financeira da empresa que se está investindo, dentre outras questões.

Quem deseja entrar nesse segmento, além do conhecimento e do acompanhamento, precisa também diversificar ao máximo o investimento para minimizar o risco.



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Ou seja, não se pode colocar todos os coelhos na mesma toca. É preciso comprar um pouco de ações de cada empresa, pois caso alguma empresa apresente um mal desempenho, outra pode apresentar um resultado melhor.


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Educação Financeira: Fundos de investimento para prazos maiores

Para quem está querendo uma liberdade financeira lá na frente há a opção de investimentos em fundos de previdência.

Essa opção tem diversos benefícios como alíquota de IR de apenas 10% após 10 anos no regime tributário regressivo, e ausência de come-cotas que acontece em outros fundos.

Além disso, em caso de sucessão, ela não entra em inventário o que acaba facilitando a transmissão do patrimônio aos beneficiários evitando assim perda com custos e tempo.

Portanto, no momento de investir é preciso pensar em quais são os seus objetivos e procurar tem bastante disciplina para isso.

Mas, conforme já dissemos, o primeiro passo é construir a sua reserva de emergência, sendo que ela precisa ficar disponível em uma aplicação totalmente líquida e sem riscos.



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