Empresas se preparam para implementar a fase 3 do Open Banking. Entenda!

O Open Banking que começou a ser implantado em fevereiro deste ano no Brasil, agora está se preparando para entrar na sua fase 3 que possui foco na integração de serviços.

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Fase 3 do Open Banking

open banking

O Open Banking está sendo implantado no Brasil por meio de fases. Até o momento já foram implementadas as fases 1 e 2, sendo que para o dia 29 de outubro está previsto o início da fase 3 com foco na integração de serviços.

A fase 1, que está em vigor desde o mês de fevereiro deste ano, permitiu que as instituições financeiras, sob a supervisão do Banco Central, compartilhassem entre si os seus canais de atendimento e os produtos e serviços que oferecem.

Já a fase 2, que entrou em vigor no dia 13 de agosto, possibilitou aos clientes fazerem a migração dos seus dados de uma instituição para outra com mais facilidade, inclusive compartilhando seu histórico financeiro.

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Como será a fase 3 do Open Banking?

A fase 3 está prevista para iniciar no dia 29 de outubro, sendo que ela consiste no compartilhamento dos serviços de transação de pagamentos via PIX. Isso será uma verdadeira revolução para os usuários.

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Afinal, será possível realizar pagamentos através de aplicativos que não sejam do próprio banco no qual a chave está cadastrada. Contudo, vale destacar que o usuário deverá autorizar o compartilhamento do serviço.

Sendo assim, se o usuário fizer essa autorização, ele poderá iniciar o pagamento Pix através de um canal de vendas como o Mercado Livre, por exemplo, e só acessar o App do Banco para fazer a validação da senha.

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Dessa forma, por conta do Open Banking, o cliente perde a obrigação de se manter preso a uma instituição financeira. Ela poderá, sempre com seu consentimento, compartilhar o seu histórico de crédito e de transações com outras instituições.


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Mais liberdade para a vida das pessoas

A chegada do Open Banking traz mais liberdade financeira para a vida das pessoas. Afinal, agora é possível ter mais acesso a produtos financeiros, sem a necessidade de construir um novo histórico com a instituição.

O Brasil sempre teve por característica um sistema bancário muito fechado. Até porque, os bancos costumavam guardar a sete chaves os dados dos seus clientes. E isso dava uma certa vantagem competitiva para eles.

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Com a chegada do Open Banking isso está mudando. Nesse sentido, os clientes passam a ser os donos dos seus dados e não mais o banco. Isso dá mais poder de escolha para todos, e faz aumentar também a oferta de crédito no país.

Provavelmente, haverá uma queda na taxa de juros por conta disso, pois essa é uma lei básica do mercado. Quando há mais oferta, a tendência é que os preços baixem. E é justamente essa a intenção do BC com a incorporação do Open Banking.

Novo sistema exige integração e certificação das instituições

Vale destacar que para que as instituições possam atuar no modelo Open Banking, elas precisam realizar várias integrações. Além disso, também precisam obter a certificação de segurança na OpenID Foundation.

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Paulo Oliveira Andreoli, Head da Omni Finance, destaca que esse modelo está apenas começando por aqui, e por isso os participantes precisam estar homologados pelo Banco Central e aptos a aplicarem todas as regras de segurança e padronização.

Além disso, eles precisam gerenciar os consentimentos dos clientes e fazer o uso adequado das suas informações, até porque, o principal risco de um sistema compartilhado é a segurança da informação.

Por essa razão, os sistemas terão que conversar entre si e ao mesmo tempo estarem protegidos de ataques de hackers, e esse é um desafio. No entanto, o que estamos vendo é um verdadeiro avanço no sistema financeiro nacional.

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