Estudo do Itaú mostra mudança nos padrões de consumo. Confira!

O Banco Itaú desenvolveu um estudo sobre os padrões de consumo na economia, como formas de pagamento de cartão de débito, crédito e outros. Saiba mais a seguir.



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Estudo do Itaú sobre os padrões de consumo

Estudo do Itaú

Na última terça-feira (09), o Itaú divulgou a sua primeira análise de comportamento de consumo, que será apresentada trimestralmente daqui em diante.

Foram analisados dados das compras realizadas com cartão de crédito e débito emitidos pelo banco e as vendas feitas pela Rede, empresa de meios de pagamentos.

O estudo foi organizado pela Diretoria de Estratégia e Engenharia de Dados em parceria com a área de pagamentos do banco.

Quer saber quais serão os novos padrões de consumo? Então continue com a gente só mais três minutinhos.



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O que mostra o novo estudo do Itaú?

O estudo mostrou que o comércio varejista vinha crescendo entre os meses de janeiro e fevereiro de 2020, sendo interrompido no final de março quando as medidas de isolamento foram impostas no Brasil.

No mês de abril foram sentidos os maiores impactos com queda de 22,4% nas transações realizadas. A partir do terceiro trimestre houve uma recuperação e 2020 fechou com faturamento apenas 3,2% maior que 2019.

Quem puxou o crescimento foram os estabelecimentos atacadistas, material de construção, drogarias, mercados e cosméticos.



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Já a maior perda pode ser observada no setor de turismo que caiu 43,8% e no setor de vestuário que teve uma retração de 24,2%.

O relatório também mostrou que as vendas no varejo físico fecharam o ano empatadas com 2019, sendo que o segundo semestre do ano compensou o primeiro.

No entanto, foi observado um crescimento de 19,4% nas vendas feitas por e-commerce, com destaque para o setor de restaurantes que cresceu 115,1% nas vendas online.

Dessa forma, as vendas feitas pelos canais digitais já representam 18,9% do total transacionado pelo varejo. Apesar de parecer pequeno, esse número vem crescendo ano a ano.


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O que muda no comportamento de compra?

Dentro do comportamento de compra também foram observadas algumas mudanças. Uma delas é que as pessoas passaram a fazer compras maiores com menos frequência.

Por isso, o valor do gasto médio por transação aumentou 6,9%. Esse crescimento foi mais acentuado entre as pessoas de maior poder aquisitivo.



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Esse comportamento é justificado, porque durante a pandemia muita gente está evitando sair de casa, e quando precisa fazer compras, prefere comprar mais para evitar sair com mais frequência.

Uma outra mudança foi na opção de pagamento, sendo que o pagamento por aproximação (NFC) cresceu 326% ao ano. A justificativa é que as pessoas se sentem mais seguras pagando por aproximação sem o contato físico com a maquininha.

O relatório também mostrou que as pessoas da geração X (nascidas entre 1965 e 1984) foram as que mais gastaram tanto em compras físicas quanto online.

Já a geração Y (nascidos entre 1985 e 1999) foi a que mais aumentou o ticket médio em relação ao ano anterior.

Padrões de consumo daqui para frente

O setor de transporte urbano caiu 38,6% em 2020 enquanto o setor de móveis de escritório cresceu 39%. Isso mostra uma mudança no formato de trabalho.

Ou seja, as pessoas estão saindo menos para trabalhar e estão investindo mais em home office, que deverá ser uma tendência daqui para frente.

Itens de decoração, jardinagem e reforma também cresceram 28,9%, mostrando novos hobbies desenvolvidos dentro de casa.



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Com o fechamento das academias, as atividades ao ar livre cresceram bastante, o que justifica o aumento de 54,4% nas vendas de bicicletas.

Além disso, equipamentos de streaming, livros, games e instrumentos musicais cresceram 40,4%, revelando que as pessoas estão buscando mais entretenimento caseiro.

Diante disso, é possível avaliar que hábitos como atividades ao ar livre, entretenimento caseiro, serviços de delivery e compras online continuarão crescendo em 2021.

Já setores de bar e lanchonete, turismo, cultura e entretenimento fora do domicílio, e transporte urbano deverão demorar mais para se recuperar, com tendência de queda no longo prazo.

Dessa forma, os bancos digitais como o Banco Neon e até mesmo o Iti do Itaú serão cada vez mais procurados pelos consumidores.

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