FGTS – Novos saques liberados, confira se você tem direito!

O governo anunciou mais uma rodada de saques do FGTS, para ajudar os trabalhadores na crise financeira agravada pela pandemia.

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FGTS – Novos saques liberados

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Para ajudar os trabalhadores em um momento tão turbulento como este, o governo está anunciando mais uma rodada de saques do FGTS.

No ano passado, para ajudar a aquecer a economia, o governo liberou o saque imediato, onde o trabalhador poderia resgatar até R$ 998,00 por conta inativa ou ativa. Agora novamente uma nova rodada de saque foi aprovada.

No entanto, desta vez o valor será limitado em até R$ 1.045,00 por trabalhador, independentemente de quantas contas inativas ele possuir.

De acordo com o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, esse anúncio vai beneficiar aproximadamente 60,2 milhões de trabalhadores que devem retirar até R$ 36,2 bilhões nos próximos meses.

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Esse dinheiro irá proporcionar um certo alívio para muitas famílias que foram afetadas pela crise do coronavírus.

Novo saque do FGTS será liberado

Segundo o Ministério da Economia, 30,7 milhões de brasileiros possuem valor inferior a R$ 1.045,00 em contas do FGTS. Isso quer dizer que eles poderão sacar todo o valor que possuem, zerando a conta.

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Com isso, o número de trabalhadores que vão zerar as contas do fundo desde setembro do ano passado, passará para 66 milhões. De acordo com Sachsida, o governo está devolvendo o dinheiro do trabalhador para o trabalhador.

Sendo assim, não haverá um aumento das despesas governamentais para injetar esse montante na economia.

O dinheiro estará disponível a partir do dia 15 de Junho, podendo o trabalhador realizar o saque até o dia 31 de dezembro. Caso não o faça, o valor volta para a conta FGTS do trabalhador.


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Principais diferenças entre os saques do FGTS

A principal diferença entre o saque deste ano e do ano passado está no fato de que, o valor será restringido a R$ 1.045 por trabalhador. No ano passado poderiam ser sacados até R$ 998,00 por conta ativa ou inativa.

Desse modo, trabalhadores que possuíam várias contas chegaram a sacar valores bem mais altos. O dinheiro do saque-imediato ficou disponível até o dia 31 de março deste ano, retornando após essa data para a conta do fundo do trabalhador.

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Impactos econômicos e medidas governamentais

Em entrevista coletiva, o secretário da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, mostrou um comparativo entre as medidas que estão sendo tomadas pelo Brasil em relação ao restante do mundo para enfrentar a crise do coronavírus.

Até o momento o Brasil mobilizou aproximadamente 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para minimizar os efeitos da pandemia. A média mundial que é registrada em aproximadamente 34 países foi de 3,1%. 

Quando considerados apenas os países emergentes, esse valor cai para 1,6% do PIB. Isso mostra que o Brasil está bem acima da média desses países, o que indica um empenho bem maior para minimizar os efeitos econômicos.

Estamos apenas atrás do Chile que empenhou até o momento 4,7% do PIB para combater a pandemia. É considerado no levantamento medidas como adiamento de tributos, antecipação de gastos bem como liberação de linhas de crédito.

Ao considerar somente despesas novas e desoneração de tributos que possuem impacto fiscal, o valor cai, portanto, para 2,97% do PIB. Isso equivale, desse modo, a R$ 224,6 bilhões, números apresentados pelo próprio secretário.

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