Tesouro Direto: você sabia que é possível investir em dívida pública?

Investir em dívida pública, no Tesouro Direto: renda fixa, sem correr riscos, é um dos investimentos mais interessantes e seguros. Saiba mais a seguir.

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Tesouro Direto

tesouro direto

Para quem deseja investir em renda fixa, sem correr riscos, um dos investimentos mais interessantes e seguros é sem dúvida alguma o tesouro direto.

No entanto, muita gente ainda tem dúvidas sobre como  funciona o investimento nesses títulos, afinal são poucas as informações disponibilizadas pelos bancos tradicionais.

Porém, investir em títulos da dívida pública é bem mais interessante do que podemos imaginar, e é justamente sobre isso que vamos falar neste artigo.

Entendendo o Tesouro Direto

Antes de falar sobre o Tesouro Direto, precisamos entender que faz a sua emissão, no caso o Tesouro Nacional, que uma secretaria do Governo Federal, responsável por administrar os recursos financeiros do país.

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Ou seja, é esse órgão o responsável por administrar as entradas e saídas dos cofres públicos, sendo ele considerado o caixa-forte do Brasil.

As receitas administradas pelo Tesouro Nacional advém principalmente dos impostos que são pagos para a união, sendo que ele também é responsável por administrar os programas de saneamento financeiro dos Estados e municípios.

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Como as despesas do governo em muitas vezes superam as suas receitas, ele precisa recorrer a títulos da dívida pública federal para financiar suas atividades, esses são os títulos do Tesouro Direto.

Dessa forma, esses títulos são adquiridos por investidores, que financiam a dívida pública brasileira, evitando assim um colapso nas contas públicas.

Os diversos tipos de dívida pública

São vários os tipos de dívida pública, sendo que ela é dividida por estados, municípios, estatais e até mesmo pela própria União.

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As dívidas podem ser classificadas em internas e externas, e podem ser tomadas por instituições e indivíduos brasileiros. No caso da dívida externa, ela é tomada por entidades estrangeiras.

Já as dívidas internas podem ser pagas em moeda nacional e o valor é usado para gastos com educação, saúde e infraestrutura. Além é claro do pagamento de juros e manutenção da política monetária cambial.

No caso da dívida externa, ela é a soma dos débitos do país, e resultam dos empréstimos que são tomados no exterior pelos governos e empresas estatais e privadas.

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Como uma pessoa aplica no Tesouro Direto?

A aplicação no Tesouro Direto pode ser feita através de uma corretora de valores, onde você pode escolher qual o tipo de título deseja.

Dentre as opções existe o Tesouro IPCA+ (NTNB Princ). Nesse caso a rentabilidade é definida por um percentual de juros ao ano que varia de acordo com o índice IPCA, sendo que a remuneração e o desconto do IR ocorrem no resgate.

Também existe a opção Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTNB). Nela a rentabilidade também é definida com juro anual e mais a variação do IPCA do período. A diferença é que nesse caso a remuneração dos juros acontece semestralmente.

Uma outra opção é o Tesouro Prefixado, onde você pode calcular o valor que será resgatado no seu vencimento. E por fim existe o Tesouro Selic, que acompanha a taxa de juros básicos da economia.

Qual o melhor título do tesouro para investir?

O investimento depende muito do momento da economia. Quando a Selic tende a queda, investir no título IPCA é uma forma de se blindar contra a inflação e ter um ganho real. Nesse mesmo caso, o prefixado pode ser uma boa opção também.

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No entanto, quando a perspectiva é de aumento na Taxa Selic, o Tesouro Selic é o mais indicado, pois com ele poderá ser possível obter ganhos acima da inflação.

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De toda forma, a decisão de investimentos cabe a cada perfil de investidor, e a cada momento da economia, embora em todos os casos o risco em investir no tesouro é muito baixo.

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