Méliuz poderá se tornar um novo Nubank? Entenda!

Com um crescimento bastante expressivo nos últimos anos, e um índice de satisfação bastante alto em seu cartão de crédito, a Méliuz está prestes a se tornar um novo Nubank ou Banco Inter.

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Méliuz

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A Méliuz foi a empresa pioneira a introduzir o conceito de cashback no Brasil. No ano passado, ela abriu o seu capital na Bolsa de Valores e se tornou uma das grandes estrelas dessa nova leva de empresas que chegou com a onda de IPOs.

Mesmo tendo um segundo trimestre um pouco fraco, os analistas acreditam que isso é apenas um soluço perto do que a empresa pode entregar. Só para ter uma ideia, mesmo com uma queda de 40% em agosto, as ações da empresa acumulam uma alta de 267% desde o IPO em novembro.

Diante desse crescimento, há quem diga que a empresa poderá ser um novo Nubank ou Banco Inter que também abriu o seu capital na B3. Quer saber se a Méliuz poderá se tornar um novo Nubank? Continue por aqui mais alguns minutinhos.

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Satisfação dos consumidores

Há uma métrica no mercado, criada no ano de 2003 pelo estrategista de negócios e palestrante Fred Reichheld chamada Net Promoter Score (NPS) que mede a satisfação dos clientes de uma empresa em uma escala de 0 a 100.

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Só para ter uma ideia, a Méliuz chegou a registrar um impressionante NPS de 85 no seu cartão de crédito em junho de 2020 e um NPS de 70 em seu marketplace. Mas o que esses números representam?

Basicamente, um NPS entre 50 e 75 é considerado um serviço de qualidade, enquanto um NPS de 76 a 100 é considerado um serviço de excelência. Pelas notas conquistadas pela Méliuz é possível ver que o cartão é de alta excelência.

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Para efeito comparativo, o NPS do Inter é 80 e o do Nubank gira em torno de 83. Ou seja, o nível de satisfação dos clientes do Méliuz é bem superior ao dos principais players do mercado.

A nota do marketplace mesmo sendo menor é considerada alta. Além disso, a Méliuz está prestes a lançar um marketplace ainda melhor em sua nova versão. Por isso, há quem diga que a startup está para se tornar um novo Nubank ou Banco Inter.


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Queda assustou investidores

Embora a perspectiva para a Méliuz seja das melhores, a queda no preço das ações de 40% assustou parte dos investidores que chegaram a suspeitar se a empresa não é uma fake tech.

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O termo é usado para denominar empresas que teriam se vendido sob uma maquiagem altamente tecnológica, quando na verdade isso não passa de um mero discurso vendedor. Entretanto, Murilo Breder, analista da Nu Invest, acredita que a Méliuz está fora dessa.

Segundo o analista, a empresa pode entrar na composição do Ibovespa já na próxima composição do índice e isso mostra que o negócio é sólido e tem uma alta barreira de entrada imposta pela necessidade de se ter bastante escala.

Comprar ou vender ações da Méliuz?

Breder destaca que é difícil estabelecer um preço-alvo para a Méliuz, uma vez que a empresa é única na B3. No entanto, ele recomenda as compras dos papéis com um preço-alvo de R$ 53.

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Esse é um patamar 10% inferior ao valor justo encontrado via fluxo de caixa descontado, o que garante uma margem de segurança adicional ao negócio. O próprio relatório do BTG enviado para o Money Times recomenda a compra do ativo.

Afinal, o banco elevou o preço-alvo da empresa de R$ 40 para R$ 60, o que representa uma alta de 48,5%. Portanto, esse pode ser um bom momento para quem está querendo comprar ações da companhia.

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