Metaverso é foco de empresas que buscam se aproximar de clientes

Itaú, Renner e outras gigantes começaram a investir no metaverso. Entenda o que é a tecnologia.

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Metaverso

Muitas empresas brasileiras já estão utilizando a tecnologia do metaverso para se aproximar mais de clientes e aumentar a visibilidade à oferta de produtos e serviços. 

De acordo com Vicente Martin, docente da ESPM, as grandes marcas estão enxergando o espaço virtual como uma oportunidade para aumentar o aporte em publicidade, mas por enquanto, ela ainda é acessível apenas para as grandes empresas.

O Banco Itaú já está de olho no metaverso para fazer o lançamento do Player’s Bank, um banco feito de gamers para gamers. Confira mais informações a seguir!

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Metaverso e aumento em publicidade

A Renner também está de olho no metaverso, e desde 2021, foi a primeira rede do varejo de moda que entrou no Fortnite, atualmente um dos jogos mais jogados e populares do mundo. 

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O projeto, que recebeu o nome de Renner Play, consistiu na criação de um mapa de imersão no jogo, que reproduziu a marca em seus detalhes mais fiéis. Dentro do jogo, os QR Codes direcionam o público diretamente para o e-commerce da rede varejista.

E os próprios gamers também ajudam na divulgação. Com as lives que os streamers fazem, a ação da Renner alcançou 5 milhões de pessoas com investimentos muito mais baixos do que seriam caso utilizasse plataformas tradicionais para anunciar.

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Inclusive, em 2022, a Renner também foi a  primeira empresa a realizar um desfile 100% digital, que foi assistido por espectadores que utilizaram um óculos virtual. Isso aconteceu no lançamento da moda de inverno de 2022. 

Entenda o que é o metaverso e como a sua tecnologia pode revolucionar o mundo nos próximos anos

A ideia do metaverso consiste em reproduzir de forma digital um tipo de realidade paralela, em que qualquer pessoa pode ter uma imersão completa. Isso significa que seria possível passear com o cachorro, trabalhar, participar de uma reunião, se relacionar com outras pessoas e fazer compras em uma loja de forma digital.

Ou seja, ter uma vida “normal” dentro de um universo digital. Embora não seja algo real, a ideia é justamente fazer com que o usuário sinta a sensação mais próxima possível da realidade. Grandes empresas como o Google e o Facebook estão investindo toneladas de dólares no metaverso. 

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Além disso, o grau do metaverso dos jogos varia de acordo com o nível de imersão de cada um, além da capacidade dos jogos de passar a sensação de realismo para os usuários. A tecnologia também será um fator decisivo para limitar a capacidade.

“Quando a internet se popularizou na década de 1990, existiam várias tecnologias que, em teoria, permitiriam o metaverso, em especial voltado para realidade virtual, criação de espaços 3D, mas não deu certo. No começo do século 21, teve o [jogo] Second Life, muitas empresas gastaram fortunas para estar nele, e era um metaverso, se vendia como. Mas não emplacou”, de acordo com Radfahrer.

Segundo o especialista, as experiências fracassaram anteriormente porque a tecnologia era limitada e exigia uma capacidade de processamento muito maior do que havia na época, quando as conexões de internet eram muito lentas. Segundo, por causa do crescimento das redes sociais. 

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“As pessoas acharam substitutos razoavelmente bons para ter um avatar completo, substitutos até melhores, como criar identidades no Facebook, Twitter, em que consegue exercitar já parte da sua personalidade sem precisar “carregar” um corpo junto. Metaverso já existe há muito tempo, funciona bem em games, e para aí, porque as pessoas não veem necessidade. Se vissem, já tinha ganhado espaço”, explica.

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