Nubank divulga estudo sobre o Pix no Brasil: entenda!

3 meses após o lançamento do Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, a fintech Nubank divulga estudo sobre o Pix no Brasil. Quem são os usuários? Como usam? E os demais meios de pagamento?

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Pix no Nubank

Pix
Nubank divulga estudo sobre o Pix no Brasil: entenda! – Imagem: reprodução / internet.

O Data Nubank realizou uma pesquisa recentemente para entender como as pessoas estão usando o Pix, qual é o perfil delas, e o que esse meio de pagamento conseguiu mudar na vida do brasileiro até agora.

O principal objetivo da pesquisa é entender quem são os brasileiros que fizeram a adesão ao Pix, e como as pessoas estão usando essa ferramenta. O estudo foi feito entre os dias onze de outubro de 2020, que foi o início do período de testes, e 5 de janeiro de 2021.

Um dos dados interessantes que foram revelados, é que o Pix se popularizou mais entre as pessoas que ganham entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Quer saber mais sobre essa pesquisa? Então continue por aqui mais alguns minutinhos.

O que revelou a pesquisa do Nubank?

A pesquisa do Nubank, realizada entre os meses de outubro de 2020 e janeiro de 2021, mostrou que 19,1% dos clientes da instituição com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil aderiram ao Pix neste período.

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Um dado interessante é que a menor penetração foi entre as pessoas com renda superior a R$ 10 mil, onde a adesão foi inferior a 5%. Um outro dado interessante é que a população entre 18 e 30 anos foi a que mais aderiu à ferramenta.

Só para ter uma ideia, 20,2% dos correntistas desta faixa etária aderiram ao Pix. O Nubank também observou que 38% das transferências realizadas pela ferramenta são fora do horário comercial, um percentual relativamente alto.

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Além disso, a partir do dia 06 de dezembro de 2020, o volume de transações realizadas pela plataforma superou as transações que são feitas via TED no banco. Também houve um aumento no valor transacionado a partir desta data.


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A maioria dos clientes que usam Pix são homens

Uma outra descoberta feita pelo Data Nubank é que o Pix teve uma adesão maior entre os homens do que entre as mulheres. Dessa forma, do total de clientes mulheres do banco, 13% fizeram a adesão ao Pix.

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Já entre os homens, esse percentual foi de 18%. Um outro dado interessante é que a região do país que mais aderiu ao Pix foi a região centro-oeste com 20,2% de adesão. Na sequência veio a região norte com 19,6%.

A região sudeste veio somente na terceira posição com uma adesão de 16,9% dos correntistas, seguido da região sul com 15,6% e do nordeste com apenas 9,9% de adesão. Além disso, a maioria das transações via Pix são para transferências.

Desde o início do estudo, o uso do Pix para fazer transferência foi de mais de 90% enquanto o uso do QR Code chegou a 6,3% no dia 15 de novembro, caindo na sequência. Isso mostra que esse tipo de pagamento ainda sofre bastante resistência no país.

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As transações de pessoa física para pessoa física também foram esmagadoramente superiores, sempre acima dos 90%, mostrando que as empresas ainda estão um pouco receosas na adesão ao Pix.

O que o estudo concluiu?

Após três meses de uso, o estudo do Nubank concluiu que o Pix já está impactando o mercado, uma vez que as transferências usando essa ferramenta já foram capazes de superar as transferências via TED.

Além disso, ficou evidente que a adesão ao Pix foi maior entre os usuários mais jovens, o que também já era esperado. Por fim, ficou claro que ainda é cedo para revelar qual será o desempenho do Pix.

No entanto, até o momento os resultados estão próximos do esperado pelo Banco Central. Quer ver a pesquisa completa? Clique aqui. Se gostou deste artigo compartilhe com seus amigos nas redes sociais.