Nubank lança estudo sobre a digitalização financeira na pandemia!

Fique por dentro do estudo desenvolvido pelo Data Nubank, sobre a digitalização financeira na pandemia. Os dados refletem as consequências do isolamento social.

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Digitalização financeira na pandemia

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O Nubank divulgou recentemente um estudo sobre a digitalização financeira na pandemia. E os resultados são surpreendentes.

Esse estudo foi desenvolvido pela Data Nubank, que é uma plataforma que analisa temas do universo financeiro e como eles impactam o cotidiano das pessoas.

O Data Bank se debruçou, então, sobre dados de mais de 30 milhões de pessoas para o papel da pandemia no processo de digitalização e inclusão financeira no Brasil.

Quer saber mais sobre esse estudo? Então vem com a gente.

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O que o estudo do Nubank mostrou?

Antes de falar sobre as principais descobertas deste estudo é preciso situá-lo ao contexto atual. Portanto, os dados refletem as consequências do isolamento social imposto pela pandemia.

Ou seja, por conta dessa imposição, as pessoas tiveram que mudar alguns hábitos, como ir ao banco na hora do almoço, ou então sacar dinheiro no caixa eletrônico.

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Passou-se então a priorizar os canais digitais. Além disso, o Brasil tem uma população enorme de desbancarizados que trabalham somente com dinheiro vivo.

Essa população também precisou se reinventar neste ano de 2020 e procurar soluções para poder fazer compras e pagamentos de modo mais seguro e rápido.

Diante dessa nova realidade, o estudo do Nubank trouxe algumas descobertas bastante interessantes. Vamos a elas.

1 – Pandemia acelerou em três anos o uso do cartão de crédito

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A primeira descoberta feita pelo estudo do Nubank é que a pandemia acelerou em três anos os gastos no cartão de crédito com compras online.

Para chegar nessa conclusão, o Nubank tomou como base o índice de crescimento de 9% ao ano observado entre 2018 e 2019.

Portanto, a expectativa era de que as compras com cartão representassem 34% dos gastos totais em abril de 2020. No entanto, esse percentual chegou em 45%.

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Ou seja, esse patamar em um cenário sem pandemia, só era esperado para o ano de 2023. Resumidamente, houve uma aceleração em três anos.


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2 – Mudança nos hábitos de consumo

Além do aumento nos gastos com cartão, foi observado nesse ano um aumento em 13 pontos percentuais entre fevereiro e abril, nas compras online.

Já no comércio físico, os gastos caíram em 13 pontos percentuais. Ou seja, foi observado o movimento oposto.

Desse modo, as compras no comércio físico passaram a representar 55% do total de compras em abril deste ano.

Isso mostra uma tendência no aumento das vendas online, principalmente com o crescimento de marketplace e de novas soluções digitais.

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3 – Cartão virtual se popularizou neste ano

Até 2020 o uso do cartão virtual ainda era bem pequeno no Brasil. No entanto, neste ano houve um avanço de 29,8% do total de gastos do cartão de crédito em fevereiro para 35,7% do total de gastos em agosto.

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Essa é considerada a modalidade mais segura para a realização de compras online. Afinal, dá para gerar um CVV a cada compra, dependendo do banco.

Além disso, dá para bloquear e trocar o usuário em caso de necessidade. Portanto, o crescimento dessa modalidade deverá ser ainda maior daqui para frente.

4 – Compras presenciais em supermercado

Por conta da pandemia, muita gente correu ao supermercado para fazer compras. Dessa forma, em março e abril deste ano, as compras no supermercado representaram 29,9% do total de gastos presenciais com o cartão de crédito.

Só para ilustrar, no ano de 2019 esse percentual era de apenas 18,8%. No entanto, isso pode ser algo pontual, trazido pelo medo da escassez.

Espera-se, portanto, que haja uma normalização nas compras feitas no supermercado, inclusive colaborando para a diminuição da inflação que teve sua causa no aumento da demanda.

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O que mostram esses dados do Nubank?

Esses dados levantados pelo Nubank mostram uma verdadeira mudança nos hábitos da população por conta da pandemia.

Alguns desses hábitos irão se intensificar, como o uso de bancos digitais, cartão virtual e até mesmo o próprio cartão de crédito.

Outros, como a corrida ao supermercado, são pontuais, e possivelmente deverão se normalizar. Cabe portanto às empresas fazerem a leitura corretamente.

E assim como Santander, Bradesco e outros bancos que estão investindo em digitalização, também buscarem novas soluções para seus negócios.

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