Organização financeira: uma nova tendência para as fintechs

Em tempos de crise financeira agravada por uma pandemia, ter suas finanças em dia é fundamental. Neste artigo, veja informações valiosas sobre organização financeira.

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Organização financeira

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Como está a sua organização financeira? Saber economizar para ter mais tranquilidade é fundamental, ainda mais em tempos de pandemia.

O novo coronavírus chegou e pegou muita gente de surpresa. Muitas pessoas se viram sem renda da noite para o dia, o que acarretou em um aumento sem precedentes da inadimplência.

Muitas mudanças podem acontecer por conta da pandemia. O trabalho digital deverá se consolidar, assim como o comércio online e o sistema delivery.

No entanto, apesar da mudança na conjuntura social, as pessoas também foram levadas a refletir sobre a maneira como lidam com suas finanças pessoais, principalmente no que diz respeito à organização financeira.

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A reserva de emergência é fundamental para a organização financeira

Um dos pontos que o coronavírus mostrou para a população é a necessidade de uma reserva de emergência.

Ou seja, se uma pessoa tem um ou mais terrenos, ou aplicações em ações, mas não possui dinheiro em uma poupança ou em um CDB de resgate automático, certamente ela também se viu apertada neste momento.

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Desse modo, muita gente acabou tendo que vender propriedades abaixo do preço em busca de liquidez para pagar as suas contas. Outras pessoas, sequer tinham bens, e se viram em completo desespero.

Por isso, o conceito de reserva de emergência deverá se intensificar ainda mais nos próximos meses, sendo que a educação financeira poderá ser um excelente nicho de mercado para as fintechs.

Muito se questiona sobre quanto deve ser uma reserva de emergência. A resposta é de 6 meses a 1 ano. Ou seja, uma pessoa precisa ter guardado um valor suficiente para mantê-la sem trabalhar por seis meses pelo menos.


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Bancos digitais deverão intensificar a atuação na educação financeira

Os bancos digitais que já vinham apresentando crescimentos constantes viram-se na contramão da crise. O crescimento por conta do isolamento social foi estrondoso.

Porém, eles ainda estão atuando mais como um facilitador, oferecendo serviços sem custos, ou com custos bem abaixo dos praticados pelos bancos tradicionais.

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Além disso, eles oferecem um serviço 100% digital que além da facilidade e comodidade proporciona uma boa redução de custos com deslocamento para as pessoas.

Embora esses mesmos bancos ofereçam soluções de investimento, até o momento não há uma frente para ensinar as pessoas sobre a importância da organização financeira.

No entanto, essa é uma tendência que não deverá demorar. É bem possível que em seus blogs, as fintechs comecem a explorar mais conteúdos sobre finanças pessoais, além de criarem outras formas de divulgação.

A XP Investimentos saiu na frente na Organização Financeira

Uma empresa que saiu na frente das demais nesse quesito foi a XP Investimentos que anunciou sua nova plataforma de educação financeira: a XPEED.

A corretora que atualmente tem seu foco em criar condições para que investidores apliquem na bolsa de valores, agora também irá oferecer educação financeira para pessoas e empresas.

A plataforma irá, portanto, oferecer cursos gratuitos e também MBAs avançadas que chegarão a custar cerca de R$ 17 mil por mês.

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Além de ser mais um produto para que a empresa drible a crise, ela irá ajudar de maneira mais efetiva os seus clientes, ensinando-os a poupar e também investir.

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A tendência da educação financeira vem de encontro ao aumento da inadimplência no país. Pois, sem ter de onde tirar recursos, muita gente simplesmente se viu sem condições de pagar as suas contas.

Portanto, muitos bancos viram o seu lucro cair justamente por conta disso. Agora, é importante que esses bancos invistam neste tipo de educação, não só para melhorar a vida das pessoas, mas também para evitar a mesma queda de lucro no futuro.

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