Pagamento escalonado do auxílio emergencial é estudado pelo governo

Haverá pagamento escalonado do auxílio emergencial? A ideia dessa forma de pagamento é devido a uma curva de declínio do novo coronavírus. Entenda.

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Pagamento do auxílio emergencial

auxílio emergencial

O governo já admitiu que deverá prorrogar o pagamento do auxílio emergencial. Porém, como essa prorrogação será feita, ainda não se sabe.

Quando foi criado o benefício, ficou estipulado que ele seria pago em três parcelas. Contudo, por conta da prorrogação da pandemia de coronavírus, ele deverá ser prorrogado.

O governo federal chegou a cogitar uma prorrogação de mais duas parcelas no valor de R$ 300. No entanto, há muita pressão no congresso para que o valor de R$ 600 seja mantido.

Para tentar chegar em um acordo, estuda-se fazer o pagamento escalonado do auxílio emergencial, nos valores de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Entretanto, ainda não se sabe como esses valores seriam encaixados no orçamento.

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Pagamento escalonado do auxílio emergencial poderá ser a solução

A ideia do pagamento escalonado se dá pensando em uma curva de declínio do novo coronavírus. Ou seja, na medida em que o vírus vai perdendo força, o governo vai diminuindo o valor da ajuda.

A ideia inicial seria o pagamento de três parcelas escalonadas, sendo o valor de R$ 500 em julho, R$ 400 em agosto e R$ 300 em setembro. Essa seria uma excelente ideia para preparar os beneficiários para o fim do pagamento.

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Além disso, ela serviria de preparação para a criação do programa Renda Brasil que já chegou a ser antecipado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Esse deverá ser o principal programa social do país após a pandemia, onde será englobado diversos benefícios sociais em um único benefício. A previsão de lançamento do programa é para o segundo semestre deste ano.

Entretanto, ainda há um impasse dentro do Ministério da Economia. Paulo Guedes chegou a afirmar que somente é possível estender o auxílio emergencial por mais dois meses pagando o valor de R$ 300 ao mês.


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Presidente Bolsonaro também defende a prorrogação do benefício

O Presidente Jair Messias Bolsonaro, também chegou a defender a necessidade da prorrogação do auxílio emergencial. Afinal, o programa garantiu uma certa popularidade ao governo durante a pandemia, principalmente entre a camada mais baixa da população.

No entanto, alinhado com o ministro da Economia, Bolsonaro também afirmou ser difícil a prorrogação do auxílio no valor de R$ 600. 

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Agora, em conjunto com os técnicos do Ministério da Economia, estuda-se criar o pagamento escalonado, onde o beneficiário terá um tempo para se preparar e retomar as suas atividades econômicas.

Programa Renda Brasil será uma aposta do governo

O governo federal em meio a pandemia conseguiu ver a repercussão positiva que os programas sociais trazem.

Bolsonaro viu sua popularidade aumentar entre os mais pobres, sendo que o auxílio emergencial foi um dos fatores alavancadores para isso.

Diante dessa ótica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a anunciar que no segundo semestre deste ano será criado o Renda Brasil, unificando diversos outros programas sociais em um só.

Essa é uma tarefa difícil para o governo, sendo que ela demanda um certo tempo até ser fechado o cadastro dos beneficiários.

Uma proposta inicial está sendo estudada pelo governo que espera que ela não seja modificada no Congresso Nacional. Isso já aconteceu com o auxílio emergencial que havia sido proposto no valor de R$ 200 inicialmente.

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Ainda não foram divulgados detalhes sobre o programa como: o valor do benefício e nem quem terá direito ao mesmo. No entanto, o poder executivo espera que ele não sofra mudanças no parlamento e que seja implementado ainda este ano.

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