Reconhecimento Facial: startup capta 3 milhões em investimentos

Pagamento por meio de reconhecimento facial? Conheça a PayFace, uma startup que tem uma tecnologia que permite uma experiência diferenciada em pagamentos.

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Reconhecimento Facial

reconhecimento facial

A tecnologia nos meios de pagamento não pára de avançar. E a novidade agora é o pagamento por meio de reconhecimento facial.

Para se evitar um maior contágio de coronavírus, governos do mundo todo adotaram a política de isolamento social, evitando assim o contato entre as pessoas.

Além disso, para quem precisa sair de casa, é indicado que mantenha ao menos um metro de distância dos demais, principalmente quando for realizar alguma compra.

Mas, como manter essa distância no momento de fazer o pagamento? É aí que entra em cena a startup Payface, que pretende desenvolver um processo de pagamento rápido, seguro e sem nenhum contato físico.

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A empresa que foi fundada no final de 2018, acabou de encerrar recentemente uma rodada de investimentos no valor de R$ 3 milhões.

Um pouco mais sobre a PayFace

A PayFace é uma startup que desenvolve sua própria tecnologia de reconhecimento facial com o objetivo de proporcionar uma experiência diferenciada de pagamento para seus usuários.

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A ferramenta desenvolvida pela startup, conecta por biometria facial o rosto de cada usuário com os mais variados meios de pagamento usados pelos comerciantes.

Sendo assim, o consumidor não precisa apresentar o cartão no momento de fazer suas compras. Basta apenas usar o seu rosto, o que irá diminuir as filas e também evitar o contato físico.

Para o varejista a solução vai muito além da otimização do tempo de atendimento nos caixas. Afinal, a tecnologia permitirá que os estabelecimentos integrem os seus programas de fidelidade e relacionamento com o cliente.

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Isso será um verdadeiro avanço para a tomada de decisão. Além de melhorar a própria gestão da empresa, entendendo as verdadeiras necessidades do cliente.


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Reconhecimento Facial deverá começar pelos supermercados e farmácias

De acordo com Eládio Isoppo, cofundador e CEO da PayFace, num primeiro momento o foco prioritário deverá ser supermercados e farmácias. Até porque esses são considerados os serviços essenciais que precisam se adaptar às regras sanitárias vigentes.

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Desse modo, ao agregar um pagamento sem nenhum contato físico, o varejo estará dando um verdadeiro salto em uma mudança que já estava em curso. É realmente uma mudança de paradigmas.

A startup que já havia recebido investimentos no ano passado, fechou mais uma nova rodada de aportes neste ano. Este aporte só foi possível porque a proposta de valor aos grandes varejistas realmente é diferenciada neste momento.

Uma das principais investidoras é a empresa de tecnologia BRQ Digital Solutions. Antonio Rodrigues, diretor do Innovation Hub BRQ, destaca que as empresas selecionadas para terem investimentos passam por uma série de etapas para certificação.

Desse modo, a Payface, uniu tecnologia à usabilidade e entregou um serviço, ainda em fase de teste, que atinge um número incrível de transações. Portanto, essa foi a certeza de que a empresa era ideal para receber o aporte e a mentoria que o Hub disponibiliza.

Onde a startup irá investir o capital aportado?

Com o aporte de capital, a empresa pretende expandir sua operação e iniciar novas contratações. Além disso, ela está adaptando a tecnologia para permitir que o reconhecimento facial seja feito com o uso até de máscaras de proteção.

Ademais, a Payface também está trabalhando para que todo o procedimento seja feito sem o toque no dispositivo localizado no comércio, o que evita o contágio por coronavírus.

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Para usar o programa, é preciso que o usuário baixe o aplicativo da Payface ou do estabelecimento no seu próprio celular, e cadastre o seu rosto.

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No momento da compra, basta se posicionar em frente ao dispositivo móvel instalado junto ao caixa e fazer a identificação com o rosto, sem a necessidade de usar o celular. 

Com a identificação validada pelo sistema, o atendente confirma o valor e finaliza a compra que deverá ser validada pelo cliente, sendo que o uso da senha é facultativo, dependendo do volume financeiro transacionado.

Interessante não é? Então se você gostou deste artigo, deixe o seu comentário, sua sugestão e compartilhe esta notícia com seus amigos nas redes sociais.