Pix e os bancos digitais: o que vem pela frente?

Com o bancos digitais e o Pix, os meios de pagamentos serão modificados profundamente. A principal mudança foi a redução de custos e tem mais. Confira.

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Pix e os bancos digitais

Pix e os bancos digitais

Daqui uma semana começa o cadastro no Pix. E ao que tudo indica, haverá uma mudança profunda nos meios de pagamento.

Aliás, essa mudança já começou há alguns anos, com a chegada dos bancos digitais. E o Pix só vai acelerar esse processo.

Não precisamos ir muito longe no tempo. Há pouco mais de cinco anos, fazer um DOC ou TED era caro.

Cada operação custava em torno de R$ 20 reais. Fazendo uma transferência ao dia, o custo para uma pessoa era de R$ 400 reais por mês.

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Isso sem falar da mensalidade da conta e anuidade do cartão. No entanto, com a chegada dos bancos digitais tudo começou a mudar.

O que mudou com a chegada dos bancos digitais?

A principal mudança foi a redução de custos. Hoje, Nubank, Banco Inter e tantos outros bancos digitais não cobram praticamente nada de seus clientes.

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Fazer transferência, pagar boleto, recarregar celular e tantos outros serviços são gratuitos. Não é à toa que esses bancos cresceram acima da média nos últimos anos.

O Nubank atingiu a marca de 25 milhões de usuários. E o Banco Inter recentemente comemorou a conquista de 7 milhões de clientes.

Cada vez mais, as pessoas estão migrando dos bancos tradicionais para os bancos digitais. Afinal, além do custo menor, eles também são menos burocráticos.


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E o que muda com a chegada do Pix?

Se os bancos digitais já estavam revolucionando os meios de pagamentos, agora com o Pix, essa mudança será ainda mais rápida.

A plataforma do Banco Central facilitará a vida das pessoas. Qualquer um poderá fazer transferências a qualquer hora do dia. Em qualquer dia da semana.

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Não importa se é sábado, domingo ou feriado nem tampouco se são 2h ou 4h da manhã. Em poucos segundos a transferência é realizada.

E sabe o que é melhor? Você não vai precisar preencher um monte de dados do recebedor como: conta, agência, número do banco, CPF.

Será preciso apenas informar a chave de quem você quer pagar. E é essa chave que deverá ser cadastrada a partir do dia 5 de outubro.

Qual será a chave do Pix?

A chave do Pix poderá ser o número do seu CPF, e-mail ou então o número do seu celular.

Ao cadastrá-la no banco onde tem conta, você receberá qualquer valor nela apenas informando a chave do Pix.

Suponhamos que você tenha uma conta no Santander. Então você cadastra o número do seu CPF no Pix por lá e pronto.

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Quando alguém for te transferir dinheiro, basta informar o número do seu CPF e ele cairá diretamente na sua conta no Santander.

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Além disso, vendedores poderão gerar um link ou até mesmo um QR Code para receber por meio do Pix.

Com o tempo haverá, portanto, uma grande diminuição do dinheiro em circulação. Pois todos estarão usando esse sistema.

E como ficam os bancos tradicionais?

Os bancos tradicionais já estão atentos a essa realidade. Além de aderirem ao Pix, eles também estão avançando na digitalização.

O Bradesco criou o Next, o seu banco digital. E o Santander adquiriu também o SuperDigital que é o seu banco 100% online.

Com essa decisão, os bancos tradicionais estão buscando maneiras de reduzir custos e não ficar para trás nessa nova fase da economia.

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E agora, com a chegada do Pix, muita coisa vai mudar.

Bancos como o Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Caixa estão atentos nisto.

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O Santander inclusive terá uma plataforma inteira só para operações do Pix.

Para os clientes, esse avanço é extremamente benéfico, pois representa serviços melhores com custo menor.

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