Pix ultrapassa montante de transações em TED, DOC e boleto

O Pix veio mesmo para revolucionar o mercado de transações no Brasil. Com menos de um ano de operação (teve início em novembro de 2020), o Banco Central aponta que mais de 73 milhões de brasileiros já usam o Pix para enviar ou receber dinheiro.

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Pix ultrapassa montante de transações em TED, DOC e boleto

Números que reforçam esse aumento

Em um evento promovido pela Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), foi dada por Campos Neto, atual presidente do Banco Central, a informação de que a modalidade já conta com a adesão de 87,8 milhões de pessoas físicas e 5,8 milhões de pessoas jurídicas. Unidas, correspondem a 254,4 milhões de chaves Pix cadastradas.

Apesar de não ter fornecido detalhes sobre o número exato de transações, o Banco Central mostrou que, no começo de junho, que o Pix gerou uma movimentação de R$1,4 trilhões entre novembro de 2020 (mês de início da operação) e maio de 2021, acumulado que foi resultado de 2 bilhões de transações bancárias. 

Foco em aumentar esses números

O presidente do Banco Central ainda afirma que haverão mais produtos atrelados ao Pix em breve, como o Pix Saque e o Pix Troco, que permitirão ao usuário, na primeira proposta o saque em alguns estabelecimentos comerciais, e o segundo permite que haja o pagamento de uma compra com valor superior via Pix e receba o troco em dinheiro vivo. 

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CARTÃO DE CRÉDITO

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RECOMPENSAS
 
SEM ANUIDADE
Cobertura internacional e pagamento por aproximação
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Além disso, o Banco também prevê o lançamento de cartão físico para compras offline, com a ideia de anunciar o novo recurso no último trimestre de 2021. O funcionamento desse recurso ainda não está definido, mas a previsão é que funcione semelhante a um cartão de transporte, bastando a aproximação para a aprovação da compra, sem a dependência do celular para isso.

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“Você vai aproximar do seu celular, você vai transferir dinheiro online pro offline no cartão. (…) Vai funcionar como um cartão de ônibus, uma tecnologia super segura. Você vai poder usar o cartão no mundo offline e, quando você voltar ao mundo online, vai poder transferir seu saldo de volta.”, afirma o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. 

Segundo meio de pagamento à vista mais usado no Brasil

Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelou que o Pix é a segunda forma mais usada de pagamento à vista (70%), perdendo por um por cento apenas para o dinheiro em espécie (71%). Cartão de débito vem logo atrás com 66% e cartão de crédito com 66%. 

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Praticidade e facilidade na hora de pagar

Dentre os principais motivos pela preferência de uso do Pix, destacou-se a facilidade em realizar os pagamentos, estão a rapidez, praticidade e o mínimo de contato pessoal/ físico com máquinas ou pessoas. 


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Quais as finalidades mais usadas?

Ainda de acordo com o levantamento, as pessoas têm usado mais o pix para fazer transferências para amigos e familiares (citado por 88% dos entrevistados), serviços (iFood e Mercado Livre por exemplo) com 40%, compras pela internet (26%), restaurantes (17%) e consultas médicas (12%). 

Pagamentos em compras físicas e e-commerces 

Ao falarmos de pagamentos de compras pela internet, o pagamento que reina ainda é o cartão de crédito, ficando com a preferência de 52% dos clientes. 

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Em lojas físicas, o pagamento mais utilizado é o cartão de débito, com 32% dos usuários e, logo em seguida vem o cartão de crédito, com 30% da preferência.

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