Troco na Nuvem. Você já conhece esse cofrinho virtual?

Que tal um cofrinho para receber seu dinheiro de forma virtual? Conheça a seguir, a iniciativa da startup Troco Simples, a Troco na Nuvem.



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Troco na Nuvem, o cofrinho virtual

Troco na Nuvem

Já imaginou ter um cofrinho virtual que rende mais que a poupança? Com o Troco na Nuvem, isso agora é possível.

A iniciativa é nova e tem tudo para emplacar. Afinal, nada melhor que ter um lugar para guardar nossos trocados, não?

Além disso, não vamos mais precisar carregar tanto dinheiro pra lá e pra cá.

Quer saber mais sobre essa iniciativa? Então fique com a gente nessa leitura.



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O que é o Troco na Nuvem?

Troco na Nuvem nada mais é que receber as moedas de troco digitalmente no CPF.

Elas vão para uma conta sua na startup Troco Simples, que pode ser acessada por meio de um aplicativo.

E sabe o que é melhor? Você não precisa fazer nenhum cadastro. É só informar o seu CPF para obter o troco.



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A iniciativa da startup Troco Simples nasceu com o princípio de transformar a moeda comum em troco digital.

Ela é boa para os lojistas. E também para os consumidores.

Afinal, evita-se aquele constrangimento da falta da moeda, e da devolução de balas no lugar.


Veja também:


Show. E como funciona o Troco na Nuvem?

Funciona assim: ao comprar no estabelecimento parceiro, ele te dará essa opção.

Você aceitando, precisará então fornecer o seu CPF.

Feito isso, em alguns segundos o troco estará em uma conta sua no Troco Simples.



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Você então só precisa baixar o aplicativo no seu smartphone e ir acompanhando seu saldo.

Lá, seu dinheirinho vai rendendo o dobro da poupança, e você pode:

– Deixar ele guardado e rendendo;

– Usá-lo para comprar nos estabelecimentos parceiros;

– Fazer recargas de bilhete de transporte;

– Transferir para sua conta corrente.

Legal, né? 



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Já são mais de 500 estabelecimentos parceiros. E esse número só irá crescer nos próximos meses.

Quais vantagens do Troco na Nuvem?

Como você já deve ter percebido, há inúmeras vantagens nessa iniciativa.

A primeira delas é que você não precisa ficar transportando moedas de um lado pro outro.

Além disso, se você guarda moedas em um cofrinho, está perdendo poder de compra.

Já lá, o dinheiro rende o dobro da poupança, e mais do que a inflação.

Por outro lado, o lojista não vai precisar se preocupar em ter tantas moedas no caixa.

Isso evita um grande custo logístico quando pensamos em grandes estabelecimentos.



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Então, as moedas irão desaparecer?

Em alguns anos, não só as moedas irão desaparecer. As notas também darão adeus ao mercado.

A digitalização do dinheiro não é assunto novo. Mas, ganhou maior notoriedade por conta da pandemia.

Seis em cada 10 brasileiros das classes A, B e C já usam algum tipo de serviço de pagamento digital.

Os dados são de uma pesquisa divulgada pelo IDC (Internet Data Center) em janeiro.

Na mesma direção, o próprio Banco Central lançou o Pix, a sua plataforma de pagamentos.

Os cadastros começaram no último dia 5 de outubro e o seu lançamento será em novembro.

Como vai funcionar o Pix?

O Pix surge no mercado para revolucionar o nosso conceito de dinheiro.



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A partir de novembro deste ano, poderemos fazer transferências a qualquer hora do dia, em qualquer dia da semana.

O dinheiro cai na hora na conta do recebedor que pode ser uma outra pessoa ou uma empresa.

Ou seja, com o tempo, todos estabelecimentos aceitarão pagamento com o Pix.

Os cadastros estão sendo feitos através de bancos e fintechs. E alguns deles prometem aprimorar ainda mais esse conceito.

Esse é o caso do Santander.

O Banco criou a plataforma SX onde será realizada às operações do Pix dos seus correntistas.

A instituição promete melhorar ainda mais a plataforma com o tempo, garantindo assim uma melhor experiência do usuário.



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É o futuro cada vez mais próximo de nós!

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